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Perguntas e respostas

O que o transportador pergunta antes de vir para o Frete Lucrativo Goiânia

Sobre o evento do dia 21 de agosto de 2026, no Castro's Park Hotel, em Goiânia, e sobre o que a gente discute nele: preço de frete, custo por quilômetro, km vazio e gestão da transportadora. São 27 perguntas respondidas sem rodeio.

Neste conteúdo

  1. O evento em Goiânia
  2. Goiânia, Goiás e o Centro-Oeste
  3. Frete, preço e custo por quilômetro
  4. Gestão da transportadora

O evento em Goiânia

O que é o Frete Lucrativo Goiânia?

O Frete Lucrativo Goiânia é um evento presencial de um dia para donos de transportadora, donos de frota e gestores de transporte. O dia inteiro gira em torno de uma pergunta prática: onde a sua operação está perdendo dinheiro hoje e o que dá para fazer na segunda-feira seguinte. São palestras sobre precificação de frete, custo por quilômetro, gestão de frota e negociação com embarcador, um painel com empresários e executivos do setor, e um Happy Hour Premium de networking no fim do dia. A condução é de Flávio Batista, da FB Consult.

Quando e onde vai ser o Frete Lucrativo em Goiânia?

Dia 21 de agosto de 2026, uma sexta-feira, das 09h30 às 19h30, no Castro's Park Hotel, na Av. República do Líbano, 1520, Setor Oeste, Goiânia, Goiás.

O Frete Lucrativo Goiânia é presencial ou online?

É 100% presencial. Não existe transmissão nem gravação para quem não estiver na sala. A parte que mais gera resultado costuma ser a conversa de corredor e o Happy Hour, e isso só acontece com a pessoa lá dentro.

Quanto custa o ingresso do Frete Lucrativo Goiânia?

O ingresso é vendido por lotes e o valor sobe conforme a data se aproxima. O preço do lote vigente aparece na página do evento, sempre parcelado em até 12x no cartão ou à vista no PIX. Quem compra mais cedo paga menos, é a única regra.

Quem deve ir ao Frete Lucrativo Goiânia?

Dono de transportadora, dono de frota, transportador autônomo com caminhão próprio, gestor de logística, gestor de frota e sócio que responde pelo resultado da operação. O conteúdo trata de dinheiro que entra e dinheiro que sai da operação, então quem decide preço, compra diesel, contrata motorista ou negocia com embarcador é quem aproveita o dia inteiro.

Quem são os painelistas do evento?

O painel reúne empresários e executivos que tocam operação de verdade: Rafael Carola (CEO da Mcap), Thiago de Bona (CEO da Gobrax), Felipe Comelli (CEO do Grupo Comber), Ricardo Cardoso (gerente da São Salvador Alimentos), Rafael Brito (CEO da Rumo Brasil), Pedro Gama (gerente do Grupo Piracanjuba), Juliana Mesquita (gerente de logística do Magalu), Rodrigo Resende (diretor administrativo da UniLog), Wagner Zanetti (gerente comercial da Roster), Jonatan Fernandes (account executive da Prolog) e Marcus Manzano (COO da Truckpag). Ainda tem um convidado surpresa a ser anunciado.

Quem é Flávio Batista?

Flávio Batista é consultor e empresário do transporte rodoviário de carga, criador do Método Transportadoras Lucrativas e fundador da FB Consult. São 25 anos dentro do setor, 13 deles como executivo de transportadora, e mais de 2.000 transportadoras atendidas pela consultoria. É dele a condução do Frete Lucrativo pelo Brasil.

O que é o Happy Hour Premium do Frete Lucrativo?

É o encerramento do dia, depois das palestras e do painel. Serve para o transportador conversar sem pressa com embarcadores, palestrantes e outros donos de transportadora que estavam na sala. Muita negociação de carga começa exatamente aí.

Goiânia, Goiás e o Centro-Oeste

Por que um evento de transporte em Goiânia?

Goiás está no meio do fluxo de carga do país. Grão, proteína animal, combustível e distribuição para o Centro-Oeste inteiro passam por ali, e a maior parte das transportadoras da região toca a operação sem enxergar o custo real de cada rota. Goiânia concentra esse público num raio curto de viagem, o que faz a conta fechar para quem vem de fora também.

Sou de outro estado. Vale a pena ir a Goiânia?

A edição de Goiânia atende o Centro-Oeste inteiro: Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins. Muita gente vem de Brasília, Cuiabá, Campo Grande, Rio Verde, Anápolis e Palmas. Como o evento é de um dia só, dá para chegar de manhã e voltar no dia seguinte.

Onde fica o Castro's Park Hotel?

Av. República do Líbano, 1520, Setor Oeste, Goiânia, Goiás. É uma região central da cidade, com hotelaria e restaurantes em volta, a poucos minutos do Aeroporto de Goiânia.

Quais são as cidades do Frete Lucrativo pelo Brasil?

O Frete Lucrativo pelo Brasil é um roadshow. Em 2026 já passou por Belo Horizonte em 5 de março, Salvador em 10 de abril e Porto Alegre em 15 de maio. A próxima parada é Goiânia, em 21 de agosto de 2026.

Existe evento para transportadora em Goiânia em 2026?

Sim. O Frete Lucrativo Goiânia acontece em 21 de agosto de 2026, no Castro's Park Hotel, e é voltado especificamente para dono de transportadora, dono de frota e gestor de transporte do Centro-Oeste.

Frete, preço e custo por quilômetro

Quanto cobrar por um frete para não ter prejuízo?

O preço mínimo sai do custo por quilômetro da sua operação, não da tabela do concorrente. Você soma os custos fixos do mês (parcela do caminhão, salário, seguro, licenciamento, estrutura, administrativo) com os custos variáveis da rota (diesel, pneu, manutenção, pedágio, arla), divide pela quilometragem rodada e chega no seu custo por quilômetro. Multiplique esse custo pela distância total da viagem, incluindo o retorno, e some a margem que você quer ganhar. Abaixo desse número, o frete tira dinheiro do seu caixa.

O que é CPK e como calcular o custo por quilômetro?

CPK é o custo por quilômetro rodado. A conta é simples: custo total do período dividido pela quilometragem total rodada no mesmo período. O erro mais comum é jogar só o diesel nessa conta. Custo total significa tudo: combustível, pneu, manutenção preventiva e corretiva, pedágio, salário e encargos do motorista, seguro, rastreamento, depreciação do veículo, parcela do financiamento e a fatia do administrativo que aquele caminhão consome. Sem CPK correto, qualquer negociação de tarifa vira palpite.

Por que um frete com boa tarifa pode dar prejuízo?

Porque a tarifa é olhada por viagem e o custo acontece por quilômetro rodado. Um frete bem pago de ida que volta vazio 600 km paga o dobro da distância com a receita de uma perna só. O mesmo vale para carga que fica dois dias parada esperando descarga, para rota com pedágio alto e para veículo mal dimensionado para o tipo de carga. A conta certa é receita da viagem inteira contra custo do ciclo inteiro, do momento em que o caminhão sai até o momento em que ele está disponível de novo.

O que é km vazio e quanto ele custa?

Km vazio é todo quilômetro rodado sem carga: o retorno sem frete, o deslocamento até o ponto de coleta, o desvio para reposicionar o veículo. Esse quilômetro consome diesel, pneu, manutenção e hora de motorista igual ao quilômetro carregado, só que sem receita nenhuma do outro lado. Em muitas operações o km vazio passa de 20% da quilometragem total, e é a maior fonte de prejuízo escondido de uma frota.

Como negociar reajuste de frete com o embarcador?

Com número aberto na mesa. Reajuste pedido por sentimento perde para reajuste pedido com planilha de custo, evolução do preço do diesel no período, índice de manutenção e nível de serviço entregue. Chegue na reunião mostrando o custo por quilômetro da rota específica dele, o que mudou desde o último contrato e qual margem sobra hoje. Embarcador respeita transportadora que sabe o próprio custo.

Qual a diferença entre faturamento e lucro numa transportadora?

Faturamento é o total que a transportadora emitiu de nota no período. Lucro é o que sobra depois de pagar diesel, motorista, manutenção, pneu, pedágio, parcela de caminhão, impostos e a estrutura administrativa. Existe transportadora crescendo em faturamento e encolhendo em caixa ao mesmo tempo. É por isso que o número que importa é margem por rota e por caminhão, não o total faturado no mês.

Como saber se uma rota dá lucro?

Separe receita e custo por rota, não pela empresa inteira. Pegue a receita total daquela rota no mês, subtraia o custo variável dela (diesel, pneu, manutenção, pedágio, arla, diária de motorista) e a fatia do custo fixo proporcional aos quilômetros que ela consome. Inclua o km vazio de retorno. O que sobra é a margem real daquela rota. Quase toda transportadora tem uma ou duas rotas que sustentam a empresa e outras que drenam caixa em silêncio.

Como reduzir o custo de diesel de uma frota?

Diesel é o maior custo variável de uma frota e responde a gestão, não a sorte. As alavancas que mais aparecem são medição de consumo por veículo e por motorista, controle de abastecimento com registro de litragem e hodômetro, telemetria acompanhada de verdade, programa de condução econômica com meta por motorista, manutenção preventiva em dia e negociação de compra por volume. Em um dos casos acompanhados pela FB Consult, a Print Transportes chegou a R$ 18 milhões em economia de diesel.

Gestão da transportadora

Quais são os erros de gestão mais comuns numa transportadora?

Os que mais aparecem nas mais de 2.000 transportadoras atendidas pela FB Consult: precificar frete olhando o concorrente em vez do próprio custo, não separar as contas da empresa das contas do dono, não ter DRE por caminhão nem por rota, tratar manutenção como emergência em vez de rotina, aceitar carga só para o caminhão não ficar parado e crescer em frota antes de arrumar a gestão da frota que já existe.

Como montar o DRE de uma transportadora?

O DRE de transportadora precisa descer até o caminhão. Comece pela receita bruta do período, tire os impostos sobre o frete e chegue na receita líquida. Depois separe os custos variáveis, que andam com o quilômetro rodado (diesel, pneu, manutenção, pedágio, arla, diária), e os custos fixos, que acontecem mesmo com o caminhão parado (parcela, seguro, licenciamento, salário administrativo, estrutura). Rateie o custo fixo pelos quilômetros de cada veículo. O resultado é a margem por caminhão, e é ela que mostra quem carrega e quem pesa na frota.

Tenho poucos caminhões. O evento serve para mim?

Serve. A conta de custo por quilômetro, precificação e km vazio é a mesma para quem tem 3 e para quem tem 300 veículos, e quem tem frota pequena costuma sentir o efeito mais rápido, porque cada caminhão pesa mais no resultado. Vai gente de operação de um veículo até frota com centenas em todas as edições.

Vale mais renovar a frota ou arrumar a gestão?

Comprar caminhão novo em cima de uma operação que não sabe o próprio custo por quilômetro aumenta o custo fixo e mantém o problema. Primeiro você mede o resultado por veículo e por rota, corrige preço e km vazio, e aí decide a renovação com número na mão, sabendo qual veículo se paga e em quanto tempo.

Como melhorar a gestão de motoristas numa frota?

Motorista responde a regra clara e a acompanhamento. As bases são processo de seleção definido, integração no início do contrato, meta individual de consumo e de ocorrência, acompanhamento por telemetria com devolutiva de verdade e reconhecimento de quem entrega. Rotatividade alta de motorista custa caro em treinamento, em consumo e em manutenção, e quase sempre é sintoma de gestão, não de mercado.

O que é o Método Transportadoras Lucrativas?

É o método criado por Flávio Batista para colocar transportadora no azul olhando quatro frentes: custo, precificação, gestão de frota e gestão de gente. A lógica é medir o resultado por caminhão e por rota, corrigir o preço a partir do custo real e transformar isso em rotina de gestão. É a base do conteúdo do Frete Lucrativo pelo Brasil.

O evento é dia 21 de agosto, em Goiânia

Um dia inteiro sobre preço de frete, custo por quilômetro e gestão de transportadora, no Castro's Park Hotel.

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